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SINDICATOS DE PROFESSORES UNEM-SE EM FRENTE SINDICAL CONTRA CONGELAMENTO DE CARREIRAS

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Dirigentes, solidários com a greve da função pública, planeiam novas formas de luta

Os sindicatos de professores ASPL, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPPEB, SIPE e SPLIU formalizaram ontem em Lisboa, dia 25 de outubro, a Frente Sindical de Docentes, como resposta às medidas propostas no Orçamento de Estado para o ano 2018. Os dirigentes destes sindicatos declararam em uníssono solidariedade com a greve da função pública de amanhã, dia 27, e prometeram novas formas de luta conjuntas pela defesa dos interesses dos professores.

A Frente Sindical de Docentes considera que a situação dos docentes será agravada no novo Orçamento de Estado, uma vez que o tempo de serviço prestado pelos docentes durante o período de congelamento, 9 anos e 4 meses, não serão contabilizados para efeitos de progressão na carreira. Para contestar esta realidade, a Frente Sindical irá entregar ao Ministério da Educação um documento com as suas reivindicações já no próximo dia 6 de novembro, pelas 15h00, seguindo-se o pedido de reunião com os diferentes grupos parlamentares.

Em conjunto, o ASPL, o SEPLEU, o SINAPE, o SINDEP, o SIPPEB, o SIPE e o SPLIU, pretendem sensibilizar a classe docente para a necessidade de uma posição forte face às propostas do Governo que prejudicam a progressão na carreira de todos os docentes. Neste sentido apela ao envolvimento de todos e promete adotar formas de luta necessárias contra a descriminação da classe.

Lisboa, 26 de outubro de 2017